domingo

O Ex Já Comeu Minha Esposa, O Que Posso Fazer?

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Eu e Melissa, minha esposa, fomos a uma festa de aniversário de uma amiga dela que não via há muito tempo. Lá ela reencontrou alguns antigos amigos de escola, inclusive o Jairo. Ele já havia sido namorado dela, mas eu só fiquei sabendo disto depois de muito tempo de conversa com nós quatro sentados na mesma mesa (eu, minha esposa, ele e uma amiga dele). Melissa aproveitou um momento em que Jairo saiu da mesa para ir ao banheiro e sua amiga foi buscar mais guardanapos para me contar isto, que eles já haviam namorado brevemente na época de faculdade. Ela teve que me contar rapidamente, pois eles iriam voltar logo e este não era um tema legal para ser comentado a quatro ali. "Eu só estou te falando porque não quero esconder nada de você, odiaria que você descobrisse por acaso, mas não vai fazer nenhum 'escândalo' por causa disso, viu? É melhor fingir que nem te falei nada..." Concordei com ela, era melhor fingir que ela nem havia me contado nada, mesmo porque a esta altura a conversa já estava muito animada, e eu e Jairo já havíamos descoberto muitos pontos de interesse em comum, em política, esportes e cinema. Então, se ela tivesse me falado antes, talvez eu o ignorasse por ciúmes e não deixasse o papo esquentar, mas agora já era bem tarde demais. Logo ele voltou à mesa retomando a conversa do mesmo ponto em que paramos. De início eu fiquei sem jeito de continuar conversando tão animadamente com ele como estava fazendo antes, afinal como manter um papo animado com alguém que você sabe que já deve ter transado com sua esposa várias vezes? (Sim, a esta altura eu já havia concluído que se namoraram na época da faculdade, é claro que devem ter transado) Mas como disse, a conversa já estava quente e polêmica antes de ela me contar isto, então não demorou que eu acabasse participando de novo do papo, deixando um pouco de lado a idéia de que ele já deve ter transado com ela.


Então, a certa altura, a banda tocou música lenta e os casais começaram a dançar. Minha esposa sugeriu de irmos também e enquanto estávamos dançando ela me disse que precisava me contar algo. Eu respondi: "Se pretende me contar que ele estava esfregando o pé nas suas coxas por baixo da mesa nem precisa falar nada. Eu percebi tudo." "Amor! Você notou? E como você não fez nada?" "Fazer o quê? Não foi você que me falou para evitar escândalos?" "Mas... Nossa! Você continuou conversando com ele numa boa, como se não estivesse notando nada..." "Você também continuou conversando com ele numa boa..." "Ah, eu estava tentando disfarçar para a amiga dele não perceber nada." "Então, eu também estava tentando disfarçar." Enquanto dançávamos, o que não havia como eu disfarçar era o volume dentro da minha calça. Ela logo percebeu ele roçando em seu corpo enquanto dançávamos e comentou: "Você está de pau duro amor... Está excitado?" Ao invés de responder, devolvi a bola para ela: "É? Aposto como você também está excitada, não está?" Ela apenas sorriu, e apertou seu corpo mais contra o meu, para sentir melhor o volume do meu pau duro. "Vamos transar quando sairmos daqui?" Ela perguntou, cochichando sensualmente no meu ouvido. Passou pela minha cabeça que todo esse tesão dela pode ter começado na hora em que o ex esfregava sua coxa com o pé, e naquela noite ela poderia até acabar transando comigo lembrando-se de transas antigas entre eles. Mesmo assim, eu continuei excitado, muito excitado, e respondi para ela "Com certeza...", sem questionar as origens do tesão dela.

Com tudo isto, a conversa seguiu animada, indo de música a política, tv etc, e fomos dos últimos casais a sair da choperia, levantando para ir embora somente quando quase todos convidados do aniversário já haviam ido embora e o garçom veio avisar que a casa já ia fechar. Então, já na calçada Jairo sugeriu que fóssemos dormir no apartamento dele, pois como morávamos em outra cidade seria perigoso pegar a estrada àquela hora, depois de bebermos tanto. Nesta hora aquela sensação de que ele ainda iria conseguir comê-la naquela noite aumentou, e muito. Mas mesmo assim achei que havia lógica em seu raciocínio, seria mesmo muito perigoso pegarmos a estrada. Minha esposa concordou também e fomos os três para o apartamento dele, eu e ela em nosso carro seguindo o dele. Como era cidade pequena, essa viagem não demorou nem cinco minutos, tempo suficiente apenas para ela dizer de novo: "Amor, preciso te falar uma coisa de novo..." Notei que ela já desconfiava que eu havia notado, se não tudo, pelo menos parte da ação, e fiz o mesmo comentário de antes: "Se é para falar de novo que ele ficou te esfregando toda com o pé dele, não se preocupe que eu já sei. Não tinha como não notar..." Sem saber o que falar, mas visivelmente ainda excitada, ela disse: "Nossa, amor... Nunca achei que você fosse tão pouco ciumento..." "Ah, pelo visto eu não tenho muita alternativa, né? Se ele até já te comeu muitas vezes antes, que diferença faz ele te esfregar um pé agora ou não, né?" "Ai, amor, que exagero... Não foi muitas vezes... Só algumas, né? A gente não namorou tanto tempo assim..." "Bem, mas comeu, não comeu? E com certeza ele está todo achando que vai conseguir te comer de novo hoje..." "Você acha???" "Com certeza. Por que você acha que ele está querendo que a gente passe a noite lá? Com certeza vai tentar te agarrar no meio da noite..." "Nossa!... Então é melhor a gente ficar juntos a noite inteira para ele nem tentar, não é?" Ela disse, sorrindo, achando tudo engraçado, pelo modo sacana com que levamos essa conversa, ambos um pouco afetados pela bebida.

Então quando sai do banheiro, ele entrou para tomar seu banho, e ela de novo veio me contar que ele "tentou" agarrá-la. Respondi cochichando: "Tentou nada. Ele agarrou mesmo. Eu ouvi tudo lá de dentro. Aliás, por isso que estou falando para você cochichar bem baixo agora, porque senão dá para ouvir tudo lá de dentro..." De novo ela demonstrou, ou fingiu demonstrar, surpresa de eu não ter feito nada mesmo tendo ouvido tudo. E de novo eu segui naquele mesmo raciocínio que havia falado antes: "Para alguém que já te comeu várias vezes antes, que diferença faz dar uma passada de mão na sua bunda?" "Nossa, você acha mesmo que ele fez isso? Como você pode saber se estava dentro do banheiro?" Essa resposta dela foi sorrindo, não parecia nem um pouco preocupada de seu marido perceber isso, mesmo porque eu também estava demonstrando muito senso de humor com tudo isso. Então eu disse: "Não foi? Só se foi seus seios então que ele agarrou? Ou sua buceta? E nem adianta tentar negar porque eu ouvi você dizendo 'tira a mão daí' claramente." Ela não tentou negar, e parecia muito excitada! Muito mesmo! Só continuou sorrindo, e eu até achei que este comentário que fiz aumentou seu tesão mais ainda. Ela me abraçou e começou a me beijar ardentemente, agarrando meu pau que continuava duro e até tirando ele para fora da calça. Não perguntei para ela porque todo esse tesão mas, igualmente excitado, enfiei a mão por baixo do seu vestido, entre suas pernas, e senti sua buceta encharcada de tesão, do mesmo jeito que Jairo devia ter sentido há alguns minutos enquanto eu estava no banho. Mas Jairo foi muito mais rápido no banho do que eu, e eu e Melissa nos separamos, disfarçando, assim que ouvimos ele abrindo a porta.

Jairo montou duas camas improvisadas no chão da sala para a gente, e logo estávamos deitados para dormir e ele se trancou em seu quarto. "Vamos esperar ele apagar a luz antes de transarmos. Senão ele pode sair e passar para a cozinha pegando a gente no meio da transa." Eu disse, e enquanto esperávamos comentamos sobre o "convite" que ele fez de ela ir em seu quarto no meio da noite. "Aposto como ele vai ficar a noite toda te esperando, de pau duro, e quando ver que você não vai, vai ter que bater uma punheta para se acalmar...." Ela riu, e disse "Com certeza que ele não vai vir tentar me agarrar aqui, não é?" Eu respondi: "Com certeza que não, mas se viesse, com o tesão que você está, aposto como conseguia te comer fácil fácil." "Ai, amor. Que isso! Imagina!" Ela disse, fingindo protestar, mas disse com uma voz muito sensual, não conseguindo esconder seu tesão, porque nessa hora eu até esfreguei a buceta dela rapidamente e senti seu tesão, e ela estava muito encharcada, adorando a situação. Tivemos que interromper a conversa duas vezes porque ele passou para a cozinha, momento em que ambos fingimos que estávamos dormindo. Então como ele podia sair mais uma vez do quarto, ficamos esperando em silêncio ele apagar a luz para nossa transa. Enquanto isso fiquei pensando no que devia estar excitando ela mais naquele momento, a possibilidade de ele a comer de novo? O fato de eu saber que ele já a comeu e não brigar por isso? O fato de ela estar em um apartamento junto com dois homens que já a comeu sentindo tesão por ela? Meus pensamentos foram se misturando a sonhos pois fui adormecendo, cansado pela viagem e também por tudo que bebemos. A certa altura cheguei a sonhar que ele havia se deitado sobre ela e estava comendo-a ali no meu lado, mas abri os olhos e vi que foi só sonho. A sala continuava escura e silenciosa, e notei que ela também havia adormecido enquanto esperava a luz se apagar, então voltei a dormir.

Fiquei deitado pensando nisso enquanto vi ela no escuro quase total indo para a porta do banheiro, vestida apenas com a roupa que estava dormindo, uma camiseta sem sutiã e calcinha. Parecia estar até cambaleando com o tesão que estava sentindo. Ou será que era exagero meu e essa cambaleada era apenas por causa da bebida e do sono? Logo eu iria descobrir, depois que ela entrou no banheiro e fechou a porta, vi a porta do quarto dele abrindo e quase não dava para ver nada depois que ele a fechou, e ele, que havia saído da claridade, com certeza estava vendo menos ainda no corredor. Então ele chegou a tropeçar no meu colchão quando veio verificar, tateando, se era ela mesma que havia entrado no banheiro. Ele ficou parado, e como eu me mantive imóvel mesmo com a chacoalhada no colchão, com certeza deduziu que eu estava dormindo. Ele voltou para a porta do banheiro, parado perto dela de tocaia para quando ela abrisse para sair, e aquela sensação de que havia chegado a hora de eu levar um chifre caprichado aumentou mais que nunca.


Então, depois de um bom banho, ela abriu a porta e ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, em vê-lo ali apenas de bermuda de dormir empurrando-a de volta para dentro do banheiro, e ela, fazendo-se de difícil disse "Mas o quê???" Com a pressa dele em fechar logo a porta, ela acabou batendo com mais força que deveria, fazendo um barulho que com certeza me acordaria se eu estivesse dormindo... Ouvi ele cochichando algo para ela lá dentro, e então ouvi ela respondendo: "Não se preocupa, o sono dele é pesado." Isto era uma bela mentira, pois ela sabe que meu sono é, na verdade, bem leve. Então fui para trás da porta para ouvir mais. Ela continuava se fazendo de difícil, mas de modo não muito convincente: "Ai, pára! Não! Tira a mão daí!" E depois de alguns agarros dele, ela disse: "Não! Me devolve isso!" Percebi o que ela estava pedindo para ele devolver quando vi pela fresta embaixo da porta sua camiseta caindo no chão. Então ouvi barulhos de chupadas. Ele estava chupando seus seios com certeza. Ela continuava dizendo "Não! Pára!" mas sua voz agora era um verdadeiro gemido, cheia de tesão, e ela nem tentava falar baixo para eu não ouvir. Com certeza sabia que eu devia estar ali de ouvidos atentos que nem quando ele a agarrou enquanto eu tomava banho. Fiquei tentando adivinhar se todo esse tesão era só pela chupada ou se ele estava bolinando sua buceta também... "Ai... Hm... Pára... Não... Hm..." Eu não tinha dúvida de que ele ia mesmo comê-la logo, mas só me perguntava se seria dentro do banheiro mesmo, ou se ele ainda iria levá-la para a cama. Logo minha dúvida foi respondida.

Quando achei que já era seguro, parei de pensar nestas coisas e fui para trás da porta. Ela já estava gemendo, derretendo-se de tesão com as carícias dele em sua buceta enquanto ele chupava seus seios, ambos de pé, tudo isto pelo que concluí pelos sons e pelo que eu podia ver por baixo da fresta da porta. Então vi os joelhos dela abaixando-se ao chão, e ele começou a gemer com muito tesão. Percebi que ela estava chupando o pau dele, ajoelhada no chão. Não demorou até ele dizer "Vem" e eu ver os pés dela sumindo do chão, pois estava subindo na cama. Ele subiu em seguida e logo começou a meter para valer nela, com a cama rangendo sem parar. Ainda bem que ela havia inventado para ele que meu sono era pesado, porque era mesmo muito barulho que a cama estava fazendo!

Pelo visto, ela saber que eu havia percebido ele bolinando ela no restauante, e depois agarrado-a enquanto eu tomava banho, e não ter feito nada, deixou-a excitada e inspirada para ir muito além, e com certeza estava adorando. Até esta noite nunca achei que ela fosse capaz de gozar tanto assim com outro homem, e depois de ambos gozarem muito, quando achei que já estavam parando, corri de volta para a cama e fiquei esperando ela retornar. Demorou ainda um pouco pois ela resolveu tomar outro banho após se despedir do garanhão, mas mesmo assim eu não adormeci desta vez, e com a adrenalina a mil e o pau doendo de tão duro esperei ela retornar para eu também satisfazer meu tesão em sua buceta. Quando voltou ela perguntou surpresa: "Ainda está acordado?" Respondi de forma direta: "Claro, depois de ouvir tanto gemido seu você acha que consigo dormir? Agora quero transar também!" Ela ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, e perguntou de modo bem falso e sorrindo maliciosamente: "Nossa, deu para ouvir, amor?..." Eu apenas disse: "Safada... Como você foi ficar tão safadinha assim, ein?" enquanto já fui abraçando-a e beijando seu corpo. "Ai, amor, me diz, se você ouviu tudo, por que não fez nada?..." Ela perguntou, mas não foi uma pergunta "séria", ela disse isto sorrindo e gemendo, contorcendo-se de tesão, e ficando com a buceta toda encharcada de novo na minha mão. Eu respondi: "Porque sabia que você estava gostando de eu ouvir..." Desde o restaurante que ela já devia estar concluindo pelas minhas reações que eu não ia fazer nada mesmo, e logo já estava enfiando meu pau na buceta dela, com ela gozando tão gostoso como havia acabado de gozar com o ex, mas dessa vez com nós dois tomando o cuidado de gemer bem baixinho para ele não ouvir.

quarta-feira

Um Menage no Passado... Um Menage no Presente (conto)

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Todo mundo tem seus "segredinhos" da época de solteiro, aquelas situações que não revelaria para sua cara metade. A situação mais "obscura" que eu tinha era de quando namorava a Larissa. Larissa era muito engraçada, mas muito doidinha, não era o tipo que os rapazes consideram "menina para casar". Certa noite, eu, ela e um outro amigo nosso estávamos sozinhos em uma casa até tarde da noite, bebendo, contando piadas de sexo e jogando conversa fora. Como eu sabia que não iria continuar com ela, não me importei quando a coisa foi ficando quente e acabamos fazendo sexo a três, com ela um pouco tímida de início, mas logo ficando louca de tesão ao se ver comida por dois em uma mesma transa.


Passados quase dez anos eu já estava casado e bem "comportado" com a mulher da minha vida, Sônia. Desde o começo concluí que Sônia sim era "mulher para casar". Tenho certeza que os homens entendem bem o que quer dizer esta expressão, e caso alguma leitora não a conheça, aconselho que procure aprender mais sobre o termo para entender um pouco melhor a mentalidade masculina. Mas, de qualquer forma, passados mais de cinco anos de casados, eu fiz o que nenhum homem faria: deixei-a saber sobre esta "loucura sexual" que fiz com Larissa no passado. Estávamos vendo um programa de entrevistas onde um sexólogo falava sobre sexo grupal e, sem esperar, acabei contando-lhe que já participei de um menage masculino com uma namorada!


Aquele dia da semana era quando costumávamos transar por não termos que acordar cedo no dia seguinte, mas eu temia que depois dela ter me achado o "vilão" desta história, não fosse querer sexo comigo. Assim, fiquei muito surpreso quando naquela noite não apenas ela topou transarmos, mas parecia mais excitada que nunca! Não perguntei o porquê de tanto tesão, apenas fiquei feliz de vê-la tão excitada, mas é claro que concluí que toda esta excitação tinha a ver com o único fato diferente do dia: ela ficar sabendo que fiz um menage masculino com uma namorada.


Bem, ela não conhecia o Norberto pessoalmente, mas depois de um ano, mais ou menos, estivemos em um mesmo evento em que ele estava. De vez em quando eu ia para minha cidade natal, e não era raro vê-lo em algum bar ou na casa de alguém que eu visitasse, mas há cerca de seis meses atrás foi quando minha esposa o viu pela primeira vez em um churrasco em que fomos juntos. Não paramos para conversar com ele, estando em grupos diferentes tivemos apenas aquela rápida apresentação que acontece em churrascos com muitos convidados. Porém, a partir do momento em que soube quem ele era, ela pareceu distante das conversas do nosso grupo e seu olhar ia na direção dele várias vezes. Notei que parecia hipnotizada. Concluí que devia estar muito excitada tentando imaginar mais uma vez como teria sido aquela noite em que eu e ele dividimos uma mesma mulher, e talvez imaginando-se no lugar dela como eu sabia que lá no fundo da sua cabeça ela fazia às vezes durante nossas transas. Então, já tendo-a visto assim tantas vezes quando o assunto vinha à tona, eu sabia que teríamos sexo extremamente quente naquela noite, e isto me excitou.


Não era brincadeira, após um ano imaginando-se fazendo sexo a três, no lugar da minha ex, enquanto transava comigo, ela ficou fora de si de tanto tesão quando finalmente surgiu uma possibilidade com o Norberto “ao vivo” naquele local! De certa forma, o raciocínio dela pareceu-me lógico na hora, mas talvez fosse por eu ter bebido muito, ou talvez porque estava muito excitado. Então eu procurei confirmar o que ela estava dizendo: "Você quer ir lá fora e convidar ele para transar com você junto comigo, como eu e ele fizemos com minha ex-namorada, é isso?" "Não, não é isso. Eu quero que VOCÊ vá lá e convida ele. Eu não teria coragem. Enquanto isso vou subir e esperar vocês no quarto lá em cima." Então ela me beijou ardentemente e em seguida foi em direção à escada, virando o rosto apenas para dizer de modo pidão "Vai. Estou esperando." Eu obedeci... e fui.


Enquanto eu dizia isto, ela se levantou e já estava ajoelhada aos pés dele, tirando-lhe o pau para fora da sunga. Nunca a vi tomar a iniciativa assim em termos de sexo! Mas como ele ainda estava confuso, seu pau ainda estava mole. Ela então começou a chupá-lo para endurecê-lo, e eu, já de pau duro, tirei o meu para fora e ofereci para ela pegar com a outra mão. Assim, ela ficou algum tempo apertando meu pau duro com uma mão e concentrada em fazer o pau de Norberto endurecer com sua boca. Chegou inclusive a lamber as bolas dele, o que funcionou. Logo ela estava com duas varas duras ao mesmo tempo, uma em cada mão, punhetando as duas com muita vontade. É claro que ela não continuou punhetando até gozarmos, ela queria penetração, queria sentir as duas varas revezando em entrar e sair de sua buceta continuamente, assim como lhe contei que aconteceu com minha ex-namorada. Então, satisfeita com a dureza que havia conseguido deixar os dois paus, ela voltou a deitar-se na cama, e ficou esperando, olhando para cima com as pernas abertas. Seu corpo chegou a contorcer-se de tesão apenas com a antecipação do que estava prestes a acontecer, mas ela não disse nada, apenas gemeu.


Poderíamos continuar transando por muito mais tempo, mas então lembramos que estávamos em um churrasco e as demais pessoas já deveriam estar se perguntando onde estaríamos. Quando voltamos, todos olharam para a gente como se estivessem surpresos. Na mesma hora concluí que deviam ter imaginado o que aconteceu durante nossa ausência juntos, uma vez que muitos deles já sabiam que Norberto havia também comido uma ex-namorada minha.


sexta-feira

Por que a "vontade de ser corno"? (artigo)

A fantasia de a esposa transar com outro homem não é de forma alguma a mais comum entre homens e mulheres, mas mesmo assim ela é mais comum do que as pessoas imaginam. Então, o que leva estes maridos a fantasiarem algo tão incomum? Há muitos motivos, e cada um deles se aplica a um marido diferente não havendo nenhum que se aplique a todos os casos. Cada caso é um caso, e os mais comuns são:

- Desejos masoquistas (vontade de se sentir humilhado quando outro homem transa com sua esposa)
- Desejos sádicos (vontade da fazer sua esposa sentir-se humilhada ao ser entregue sexualmente a outro)
- Desejos voyeurísticos (vontade de ser quem apenas assiste enquanto sua esposa transa)
- Desejos exibicionistas (vontade de mostrar a outro(s) homen(s) como sua esposa é gostosa)
- Desejos homossexuais (vontade de ter outro homem nú junto a si)
- Desejo de satisfazer sua esposa e nada mais (apenas uma vontade de agradá-la sem preconceitos)

Menos comum ainda do que maridos que desejam ver suas esposas com outros, são esposas que desejam ir para a cama com outros mesmo amando seus maridos e na presença deles! Novamente, não há um único motivo que possa se aplicar a todas estas esposas fantasiosas, sendo os casos mais comuns:

- Desejos masoquistas (vontade de se sentir humilhada ao ser "comida" por outro na presença de seu amado)
- Desejos sádicos (vontade da fazer seu marido sentir-se humilhado ao vê-la transando com outro)
- Desejos exibicionistas (vontade de se exibir a seu marido durante uma transa com outro)
- Desejos de variar (vontade de experimentar um homem/ pênis diferente do seu marido)
- Desejos ninfomaníacos (vontade incontrolável de transar com o máximo possível de homens)
- Desejo de satisfazer seu marido (concordando em transar com outro apenas por insistência de seu marido)


Como mencionei acima, é impossível dizer que qualquer um dos motivos acima se aplique a todas pessoas, o que invalida o argumento de que "todo homem que quer ver sua esposa com outro tem desejos homossexuais". Este argumento pode se aplicar a muitos, mas com certeza não a todos.

E o que fazer quando apenas o marido ou apenas a esposa tem estas vontades? A melhor resposta é NADA. Todo mundo possui fantasias, e fantasias podem ser muito excitantes e divertidas, mas não vale a pena destruir um casamento por causa de nenhuma delas. Caso a esposa (ou o marido) não deseje, mantenha sua vontade apenas como vontade, e deixe que seus pensamentos te excitem durante suas transas sem nenhuma obrigação de transformá-los em atos reais.

É claro que o sonho dourado de todos homens que possuem esta vontade é que sua esposa também tenha fantasias semelhante, mas mesmo nestes casos não é aconselhável que a fantasia seja realizada de modo incondicional. Lembrem-se que fantasias são como piadas, muito divertidas na primeira vez mas depois de algumas repetições perdem totalmente a graça.

O melhor é evitar estragar uma piada muito boa ou uma fantasia muito excitante através de uma repetição apenas por vício, assim, pode ser uma boa idéia que, mesmo ambos concordando com a fantasia, haja um acordo de não repetí-la novamente antes de determinado prazo (3 meses, 6 meses, 1 ano, o casal decide em consenso). Evita-se assim a "banalização" da fantasia e garante-se um prazo para que ambos tenham certeza que ela não trouxe efeitos negativos.

Em muitos casos, durante este prazo, a lembrança do que aconteceu poderá aquecer a relação entre os dois até mais do que se houvesse uma repetição viciosa do ato.

Bons gozos a todos!

quinta-feira

Fantasias das Mulheres - Sexo com Negros

Algumas mulheres brancas fantasiam sexo com negros. (Notaram o "s" após a palavra "negro"?)



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terça-feira

A Primeira Traição de Uma Esposa Fiel (conto selecionado da internet)

Entre os famosos "contos de cornos" prefiro os que não envolvam "traição", ou seja, a mulher fazer sexo com outro homem às escondidas do marido. Acho mais "divertido" aqueles em que o marido de tudo sabe, e aceita, mansamente, a situação.

Mas o conto abaixo é muito bem escrito e achei que vale colocá-lo aqui para que vocês, leitoras e leitores exigentes, possam conhecer. Ele não é um conto exclusivo deste blog como outros, e é assinado como sendo de "Lúcia Lourdes".



A PRIMEIRA TRAIÇÃO DE UMA ESPOSA FIEL

Os objetivos de eu escrever aqui, são dois. Primeiro espero que meu amigo leia e me responda, pois para evitar qualquer problema em casa, rasguei todo bilhete com telefone ou e-mail e agora não tenho como contatar. Segundo, para eu mesma poder relembrar de cada minuto maravilhoso que passei, lendo esse relato, toda vez que sentir saudades do acontecido.

Sou uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso, advogado de uma indústria. Talvez a única coisa que ainda não tenha são filhos, mas que já pensamos em conceber brevemente. Casei virgem, só tornando mulher na noite de núpcias, motivo porque meu marido me considera de total confiança, Eu nunca havia ido com outro homem para a cama, fato raro entre as garotas de hoje em dia. Talvez pelo fato de morarmos numa cidade não muito pequena, mas do interior, onde as pessoas tomam mais cuidado para evitar fofocas dos vizinhos.

Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Após várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Trabalho como secretária executiva de uma indústria multinacional que se instalou na região. Um dia o chefe do RH me chamou e disse que eu tinha de fazer um curso de atualização no Rio de Janeiro, e que meu chefe já foi informado e autorizado, com duração de 10 dias. A noite, em casa, falei ao meu marido que iria ter que viajar ao e ele achou normal e eu também. O curso seria dentro de uma semana. Eu viajaria no domingo, pois segunda feira de manhã começaria o curso e terminaria na outra quarta-feira, havendo aula inclusive num sábado, só descansando domingo. Quando chegou a data, meu marido me levou ao aeroporto da cidade vizinha, pois nossa cidade não tem aeroporto. Cheguei ao RJ e fui de taxi para o hotel, de onde liguei para casa avisando meu marido que tudo correu bem. Jantei no hotel, tomei um banho e dormi cedo para estar bem disposta na segunda feira.

Na manhã seguinte me arrumei e fui para o local do curso de taxi. Lá conheci uma pessoa que estava fazendo o mesmo curso, muito simpático e divertido, além de muito charmoso, lembrando um pouco o Tom Cruise. Ele se sentava ao meu lado e quando o Professor formou pares de discussão, par esse que seria o mesmo até o final do curso, eu e ele ficamos no mesmo grupo, analisando os problemas passados pelo professor, discutimos as soluções, eu e o novo colega, nesse dia ficamos juntos o dia todo, inclusive no almoço, fomos juntos, nos coffe break ele sempre me trazia sucos, chás, patês, etc e vimos que tinhamos muita coisa em comum. Era uma companhia muito agradável, além de ele ser um homem lindo!

O curso era muito útil, e com bons professores que nos animava o tempo todo. Ao final do dia soube que ele também estava no mesmo hotel que eu. Ele me convidou para voltarmos juntos no mesmo taxi, e no caminho me convidou para jantarmos e discutirmos os assuntos do curso. Até aí eu achava tudo normal. Fomos jantar no restaurante do hotel, onde falamos assuntos do curso, enquanto jantávamos, tomando uma garrafa de vinho. Após a sobremesa e o cafezinho, ele perguntou se eu não queria ir dançar. Agradeci e falei que ficaria para outro dia e que amanhã precisava acordar cedo.

Ele falou que lá no subsolo, tinha um piano bar para quem quisesse dançar. Relutante, mas diante do charme e da insistência dele eu concordei, afinal nada tinha a fazer, a não ser ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romantica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas meu marido não apreciava dança. Fazia tanto tempo que eu não dançava.

Começamos a dançar uma música lenta. Logo ele foi me apertou bem junto a ele. Pensei em me afastar, mas deixei, afinal era uma musica romântica para se dançar assim. Dançávamos bem colados. A mão dele passou das minhas costas e foi até minha cintura onde inicia a elevação das nádegas. Senti um arrepio, afinal desde casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. A outra mão dele que segurava minha mão esquerda, ele trazia prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural.

Ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, no interior, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada.

Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas.
No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola,deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu.

Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido. Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, mas me envergonhava de mim mesma por ter esse pensamento.

Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, soube que também era casado e por isso jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada, mas o dia transcorreu tudo normal no curso, eu e ele resolvendo juntos os problemas propostos pelo professor. Houve trabalho em que eu e o novo amigo ficamos trabalhando juntos por longo tempo, a companhia dele era muito divertida e agradável. Ao final do dia ele me ofereceu carona de taxi para voltarmos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o material do curso (pelo menos, com a desculpa de recordar matérias do curso, minha consciência não doeu ao aceitar).

Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido, depois tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura fina, revelando minhas costas alvas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho. A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar na minha loucura afinal era uma roupa nada escandalosa. No restaurante, ele novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem tão lindo e charmoso. Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com corpinho de adolescente, e disse algo que me deixou ruborizada, pois afirmou que eu era muito tesuda e gostosa. Jamais alguém disse uma coisa assim, desde que me casei, afinal moro numa cidade do interior. Para evitar que ele começasse a ter idéias, já disse-lhe que me casei virgem e que nunca trai meu marido até então.
Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar. Terminado o jantar, novamente fomos dançar.

Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim. Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas o tesão falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquela coisa dura roçando meu abdomem. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as costas e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda. Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele viu que estava vencendo a batalha, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua. Foi o bastante para sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas incoscientemente, fui abracando-o mais forte, senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte. Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia.

Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar. Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador, subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar. Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir seu pênis em minhas nádegas, depois, me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto lindo, másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras de amor..., ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, beijo lascivo, língua com língua.

Enquanto me beijava, ele foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o ziper do vestido nas minhas costas, abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutien que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava, ele com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutien soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços, ele foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutien sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios, enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio. Depois foi a vez dele abrir o ziper lateral na altura da cintura, do meu vestido, vestido que tinha ganho de presente do meu marido.

Me virei de lado para facilitar a ele ver o ziper lateral do vestido, logo ele abria o fecho. Era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o ziper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutien, e me via apenas com uma minúscula calcinha.

E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda.

Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente e veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido. Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava, depois passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo: "que peito lindo, gostoso de chupar, macio". Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia.

Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural , seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, eu uma esposa dedicada e fiel, levantando os quadris para facilitar que um homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.

Eu a esposa fiel, deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou “amor, que bucetinha linda amor, deixa eu chupar essa buceta gostosa”, mais que depressa respondi dizendo, "me chupa toda por favor, chupa minha bucetinha" ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina, ele começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer. Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora, eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina.

Um outro homem chupando aquela vagina que era só do meu marido. Uma onda de choque percorria meu corpo, não agüentei muito e disse que ia gozar. Ele dizia “goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel, vou chupar todo mel da sua buceta, goza amor”. Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle, enquanto ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.

Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele. Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.

Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava agüentando mais não agüentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis enorme, senti um estremecimento ao ver aquilo, ele segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina. Ele dizia, "amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta? Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco". A minha tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo, nem pensei em meu marido, nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina, a vagina que pertencia somente ao meu marido até aquela data.

Eu estava sendo possuida por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha que só meu marido conhecia. E tudo isso sem camisinha, minha vagina sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas. Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo. Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer; afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim.

Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco. Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida. Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.

Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçona na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido.

Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia "senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau". Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo, foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca. Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia "cavalga meu pau amor, cavalga, engole ele com sua bucetona". Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo eu falei, "já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo" gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia. Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar.

Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha.

Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior. Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. Evitei falar muito com ele durante o dia. Mas ao final voltamos juntos para o hotel. Cada um disfarçando, mas estavamos com muito tesão. Na volta do curso, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a ele que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora.

Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu novo amigo, depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura.

Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto e por isso nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando. Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente. O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu torax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo "abre essa buceta amor, agora vou chupar sua buceta", se virou para chupar minha, e passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo "chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca, até que cada um acabou gozando na boca do outro. Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma. Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos e ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso.

A noite seguinte, foi outra noite de sexo intenso, já era tão natural que não foi preciso dizer nada, no elevador só dissemos até já, e logo ele bateu na minha porta. Já havia tanta intimidade entre nós que cada um falava de tudo, ele "dizia abre essa buceta deliciosa amor, que buceta apertadinha, vou comer seu cuzinho" e eu também pela primeira vez na vida dizia livremente "me come toda, mete esse pauzão na minha buceta, goza na minha boca que quero tomar toda sua porra, enche minha buceta com sua porra" palavras que jamais achei que um dia eu diria. E quando ele estava me possuindo de quatro, tirou o pênis de dentro da buceta e começou a introduzir seu pênis em meu cuzinho virgem, senti dor e tesão ao mesmo tempo, até que foi introduzindo pouco a pouco, eu gemendo de dor e tesão, acho que eu sou muito apertadinha no cú, pois ao introduzir metade, com muito sacrifício, ele gozou dentro e nessa hora ele segurou meu quadril e puxou forte, enterrando todo pênis de uma vez, provocando um grito de dor e tesão da minha garganta, me fazendo gozar também com o pênis entalado em meu cuzinho eu gritava de dor, de tesão e de gozo, depois fomos tomar um banho, eu com o cuzinho dolorido. Nós dois estávamos com muita fome de sexo.

Fizemos amor, a noite toda depois ele dormiu comigo de novo, nós dois pelados e abraçados, até de manhã e quando acordava de madrugada dava outra metidinha. Ao final passamos a semana fodendo todas as noites, já sem inibições, fizemos 69 até um gozar na boca de outro e em todas as posições, com ele por cima, eu por cima, de ladinho. Foram fodas gostosas. Todas as noites dormi com a buceta cheia de esperma, e de manhã sempre tinha uma mancha no lençol. Para uma iniciante até que foi demais. O melhor foi a noite de sábado para domingo, ficamos trepando a noite toda, só acordamos as 9:30h, fomos correndo tomar café antes que recolhessem. Durante o dia de domingo, só saimos na hora do almoço para que a camareira limpasse o quarto, depois ficamos trancados nós dois pelados na cama. Fizemos coisas inacreditáveis, como por exemplo, eu ligar ao meu marido estando nós dois pelados na cama, ele beijando meu corpo e me chupando enquanto eu falava com meu marido, eu dizendo que sentia a falta dele e que o amava muito e que não via a hora de voltar, eu tinha de fazer força para não gemer, pois meu chefe estava chupado minha bucetinha me dando um prazer indescritível, quando eu ia mandar um beijinho de despedida ao meu marido, ele colocou seu pênis diante do telefone, e eu beijei a cabeça do pênis sonoramente, e meu marido sem perceber nada. Se ele soubesse que aquele barulho era do meu beijo na cabeça do pênis do meu amigo, nem sei qual seria sua reação. Ele também ligou para a esposa dele, com nós dois pelados, ele dizendo que a amava, enquanto eu estava com o pênis dele dentro da boca e quando ele ia mandar o beijo de despedida, coloquei meu seio junto ao telefone, e ele deu um sonoro beijo no meu mamilo, e a esposa dele toda feliz sem nem imaginar como saiu aquele som do beijo. Retornei na outra quarta-feira a noite depois do curso.

Meu marido me esperava no portão de desembarque do aeroporto. Me abraçou, deu um beijinho que comparado com o do meu amigo, foi tão sem graça, e perguntou-me como foi o curso. Respondi que foi útil com novos conhecimentos que teria de usar agora e que seria util no meu dia a dia. Fomos para casa e a noite, apesar do meu cansaço, tive de fazer amor com ele, afinal foram mais de 1 semana sem sexo para ele, eu por meu lado, já estava muuuuuuito satisfeita, até demais, afinal fora as 2 primeiras noites, depois foram todas as noites de sexo direto.

Tive de fazer de conta que eu também sentia falta de sexo como ele, mas na verdade, eu mesma não fazia nenhuma questão de fazer amor com meu marido.
Pude sentir como é diferente fazer amor com o próprio marido. A começar pelo tamanho do pênis, que antes me parecia de bom tamanho, agora que conheci e muito bem, o do meu amigo, diante dele, o do meu marido parece tão menor.
Também o corpo do meu marido que antes eu idolatrava, se comparado com aquele corpo todo peludo do meu amigo..... só de sentir aqueles pêlos contra meus seios, minhas coxas, minhas costas, minha bundinha, já me dava tanto tesão.

Foi aquela rotina, primeiro ele colocando uma camisinha para evitar a gravidez, tive até de mergulhar o rosto no travesseiro e ficar de bruços, para ele não ver o sorriso nos meus lábios, pois era muito engraçado, depois de passar a semana toda fazendo amor sem camisinha, agora o próprio marido colocando uma camisinha!

Se ele soubesse que minha vagina já teve mais horas de contato direto de um pênis estranho, direto pele com pele sem camisinha que o pênis do marido, e que sua esposa passou todas as noites da semana, recebendo jatos de esperma direto dentro da vagina, inundando o útero, e isso várias vezes por noite, e que enquanto ela dormia ficava escorrendo esperma de outro homem, manchando o lençol, meu Deus, ele me mataria.
Já imaginou se a camareira um dia contasse ao meu marido, que todo dia de manhã, o lençol da cama de sua esposa estava melado de tanta porra que ficava escorrendo da bucetinha dela?

Meu marido, empurrou minhas coxas para os lado com suas pernas e já subiu em cima de mim, me penetrando com o pênis revestido pela camisinha até gozar na camisinha! É tão sem graça sentir o gozo com camisinha, diferente daquele jato quente que meu amigo lançava no fundo da vagina. Como é gostoso o contato de um pênis direto na vagina sem a camisinha, com a camisinha, fica tão lisinha e não vem aquele calor que queima por dentro.
Senti falta das carícias, dos beijos de língua, depois dos beijos no meu corpo todo, nos seios, coxas, vagina.

Senti falta das palavras que depois de ficar ouvindo por uma semana, se tornaram familiares para mim, como: "abre as coxas, arregaça sua buceta, quer dar seu cuzinho para mim, chupa meu pau, engole minha porra, tesuda, peituda, que bundão, que buceta gostosa, arregaça sua bucetona, engole meu pau", ou eu mesma dizendo sem nenhum constrangimento: "me chupa toda, que delícia de pauzão, goza na minha boca, chupa minha buceta, vou gozar, goza junto comigo, põe devagarzinho porque meu marido não come meu cú e não estou acostumada, goza na minha boca que vou engolir toda porra" e coisas assim que me davam tesão só de lembrar.

Aliás, eu tive de tomar muito cuidado, pois meu amigo me acostumou mal, eu já falava sem nenhum constrangimento, palavras como pau, porra, buceta, cuzinho, coisas que meu marido ficaria horrorizado se eu dissesse.

Meu marido fez tudo calado, só dava para ouvir sua respiração ofegante. Quando ele ia gozar, tive de me conter para não tirar o pênis de dentro, arrancar a camisinha e cair de boca para engolir aquela porra. Meu amigo ficava me possuindo por longo tempo, socando aquele pau enorme por vários minutos, castigando minha bucetinha, meu marido, ao contrário, depois de enfiar e tirar umas quatro vezes, já gozou. Eu que gozava várias vezes durante a noite com meu amigo, com meu marido, não cheguei a gozar nem uma vez, mas fiz de conta que gozei.

Eu tive de me policiar durante o ato, para não fazer nada do que aprendi com meu amigo, como o 69, ou eu subir nele, encaixar seu pênis em minha bucetinha e cavalgá-lo, pois se eu chupasse seu pênis depois de me possuir, aquele penis todo lambuzado de esperma pela camisinha, ele iria desconfiar.

Eu tinha até de tomar cuidado para não falar, "chupa minha buceta, me fode forte, me rasga toda, enfia todo esse pauzão na minha buceta, ou vou te chupar e quero que goze na minha boca, come meu cuzinho, goza na minha boca que vou engolir toda porra", coisas que no hotel, eram normais entre eu e meu amigo.

Se eu falasse isso, meu marido teria um ataque.
Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, pois conheci novos limites do sexo.

Se por acaso, voce meu parceiro de curso ler este depoimento, me escreva por favor, fiquei sem contato com voce e estou com muita saudade, mande mensagem para : lucialourdesm@hotmail.com



domingo

Mulher Casada e Outro Homem

Em muitas fotos amadoras de sexo notamos que a câmera está posicionada sobre algum móvel batendo a foto no timer, mas em algumas não há dúvidas de que há uma terceira pessoa batendo. O que me pergunto é "Quem Será Esta Pessoa?". Na foto abaixo note, por exemplo, que ela tem uma aliança de casada e ele não...



O melhor site para fotos de amadoras:
Todo dia novas surpresas
e ainda é muito engraçado.


quarta-feira

Fotos Amadoras de Sexo

99% das fotos eróticas da internet são de dois tipos: de profissionais, e de profissionais fingindo serem amadores. Mas eu gosto mesmo é daquele 1% de fotos de "amadores reais". Elas passam um clima tão... tão... real!



Não é fácil encontrá-las em meio a tanto material profissional, mas sempre colocarei aqui as melhores que eu achar.


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